terça-feira, 14 de maio de 2013

Criando Novos Hábitos


Dizem que para você iniciar qualquer mudança definitiva em sua vida, você deve repetir as atitudes que você considera benéficas, a ponto daquilo se tornar um hábito.

Isso é uma técnica ensinada principalmente no emagrecimento, onde nós, gordinhas, devemos comer barras de cereais imaginando que aquilo é um chocolate, e fazer exercícios físicos como se isso fosse a coisa mais legal do mundo, o que para mim nunca deu certo, claro.

Só que, isso também se aplica aos relacionamentos afetivos. Sabe aquele dia, em que você se toca que fazer certas coisas não faz mais parte de sua vida atual? Que antes você curtia, mas que agora você amadureceu o suficiente para saber que aquilo não traz nada muito concreto para sua vida? (A não ser alguns momentos de prazer?)
Então... Eu diria que o tema atual seria esse...

Quando eu tinha 18 anos, certamente o faria. Quando eu tinha 18 anos, de fato não queria namorar sério, queria provar tudo o que o mundo poderia me oferecer. Quando tinha 18 anos, eu era uma iniciante no sexo e não sabia N-A-D-A sobre esse mundo, ao contrário da galera de hoje que perde a virgindade com seus 15 anos.

Atualmente, 10 anos depois, posso dizer que...
Com a maturidade atual, certamente não o faria mais.
Com a maturidade atual, não quero mais provar tudo o que o mundo tem a me oferecer - exceto roupas e sapatos, sempre !!!
Com a maturidade atual, posso dizer que sei o que me dá prazer no sexo e o que não me dá, e isso facilita na escolha e permanência dos parceiros afetivos. (Afinal, sem um bom sexo, impossível manter um relacionamento funcionando por muito tempo! Quando perguntaram à atriz Melanie Griffith qual o segredo para manter o lindo Antônio Banderas a seu lado, ela disse: ‘Fazemos sexo todos os dias!’- I agree.)

Calma povo. Não estou dizendo que devido à maturidade, não devemos ser felizes e fazermos o que gostamos! Pelo contrário, acredito que na maturidade somos até mais felizes do que jovens, pois já vivenciamos certas coisas que tínhamos curiosidade, e quebramos a cabeça com muitas coisas, portanto, temos um maior domínio sobre como agir em determinadas situações.

Mas... Estou falando aqui, daquelas coisas que fazíamos sempre e e-xa-ge-ra-da-men-te, como:

- Beber até passar muito mal (de ficar uns 3 dias de cama depois) ;
- Trair o(a) namorado(a), ficante, etc;
- Comprar alguma coisa que gostamos na hora, mas depois perdemos o interesse e doamos ;
- Gastar MUITO e ficar meses sem poder comprar algo de novo, como se fosse um castigo ;
- Ser grosso(a) com alguém e se arrepender depois ;
- Deixar para depois aquilo que você precisa fazer e quando você for fazer, ver que é tarde demais e o seu atraso ferrou tudo!
Entre outras coisitas mais...

Não estou dizendo que isso é certo ou que é errado, muito menos julgar quem o faz. Acho que cada um tem o seu momento de aprender suas próprias lições, e a gente só aprende quando vive aquilo. Não adianta ninguém falar nada. Só nós sabemos como é, quando acontece conosco. Portanto, sermão NÃO é comigo. (Até que eu curtia falar e ouvir sermão no passado, mas agora, passo longe de comunicações extensas...Beijo e tchau para quem fica!)
Mas para essa pessoa louca que vos fala, criar novos hábitos é o que há de certo a se fazer por enquanto... E o principal hábito novo meu é: Ir atrás de tudo aquilo que me faz feliz ! :) Enquanto ainda há tempo... E deixando velhos hábitos para trás.

Kisses, Karen Thiemi